Categoria: DICAS E NOTÍCIAS
Funil de Vendas do Google Ads: Veja como construir o seu!
30 de setembro | 2019 | DICAS E NOTÍCIAS
Já vimos as principais diferenças entre Google Adwords e Facebook Ads. Agora veremos como construir um funil de vendas completo, a partir do Google Ads. Uma das campanhas mais usuais do Google é a de rede de pesquisa. Nela, definimos um termo (uma palavra-chave). Isso para poder aparecer entre os primeiros resultados de pesquisa do Google quando o usuário fizer uma busca. Quer acelerar o seu negócio digital e escalar suas vendas? Entre em contato e agende uma avaliação sem compromisso. Clique aqui. Assim, vemos que as campanhas de rede de pesquisa se localizam no fundo do funil. Isso porque o usuário já sabe o que quer e já está buscando por uma solução ativamente. Então, pra podermos trabalhar com o funil completo utilizando o Google Ads, é importante conhecer também um outro tipo de campanha. Índice: 1. GDN – A rede de Display do Google Esse outro tipo de campanha é conhecido como GDN – Google Display Network. Portanto, é uma rede de sites parceiros do Google que disponibiliza espaços para que anunciantes coloquem seus banners. Então, quando você está navegando na internet, provavelmente você já viu propagandas espalhadas pelos sites. Por isso, é muito provável que seja um espaço disponibilizado para o próprio GDN. Desse modo, repare nos sites que você costuma acessar. Repare nas propagandas que aparecem: elas podem ser banners disponibilizados para que os anunciantes coloquem os seus anúncios. Por isso, se você passar o seu cursor pela propaganda e aparecer o ícone Ads by Google, significa que é um espaço disponibilizado pelo site em questão para que o Google preencha com anunciantes que têm interesse em aparecer nesses locais. Então, esses banners fazem parte da rede de Display do Google. Entretanto, nem todos os anúncios que você encontra nos outros sites são dessa rede de Display, mas grande parte deles sim. Dado que a rede tem mais de 2 milhões de sites espalhados pelo mundo. Dito isso, vamos criar um exemplo de funil! 2. Funil de vendas: Curso de Guitarra Para isso, vamos retomar o exemplo do curso de guitarra – usado para entendermos em que situação usar o Facebook Ads ou o Google Adwords, quando não temos como investir nos dois ao mesmo tempo. Lembrando que esse exemplo pode ser usado analogamente para entendermos qualquer outro tipo de serviço ou produto. Por isso, é só manter a mesma ideia, entendendo onde está seu público-alvo, quais são as perguntas e objeções dele e aplicar da mesma forma. 1. Aprendizado e Descoberta Então, para trabalharmos o aprendizado e a descoberta, nesse curso de guitarra, uma forma seria: criarmos uma campanha de Display pra poder impactar ativamente os usuários que estão navegando pela internet. A partir daí, pra poder levantar esse interesse e para que o usuário possa descobrir que existe a possibilidade de aprender a tocar guitarra, por exemplo. Assim: A partir desse banner, você redireciona o usuário para acessar seu site com conteúdo relevante e de qualidade, que esteja alinhado com a mensagem que você divulgou. Assim, começamos a despertar esse interesse do usuário pelo assunto. Nesse caso, você estará impactando um público frio. Você estará aparecendo ativamente para um público que você segmentou na sua campanha de Display. Agora começaremos a segmentar, desse público frio, pessoas que estão começando a demonstrar interesse no assunto que você está oferecendo. Desse modo, jogando o usuário para o seu site, conseguimos definir um novo público: pessoas que acessaram seu site para poder impactar futuramente. Como fazer isso? Existe uma TAG do Google que você pode instalar no seu site e você vai marcar (inserir um cookie) no navegador do usuário para dizer: “quero saber que esse usuário passou pelo meu site”. Você não vai saber nenhum detalhe a respeito dele, mas você vai saber que ele passou por aquela página. Assim, numa próxima campanha você poderá definir: “nessa campanha, eu quero impactar somente os usuários que já passaram por essa página”. Chamamos isso de Campanha de Remarketing. Saiba mais sobre as estratégias de Remarketing e porque fazê-lo na sua loja! Desse modo, vamos afunilando um público frio e grande para um público um pouco menor, em que já sabemos que este já demonstrou interesse e, sabendo que ele está alinhado com a nossa oferta, poderemos oferecer um produto mais específico. Topo de funil + GDN A partir da plataforma do Google Ads, existem algumas opções disponíveis pra você impactar o usuário quando ele está navegando. Tais como: os interesses e hábitos dos usuários que estão navegando na internet, o que eles pesquisam ou planejam ativamente ou como eles interagiram com a sua empresa. Este último caso, é aquele da TAG instalada no site para impactar o público de uma forma um pouco mais afunilada. Isso porque, nesse caso, já selecionamos um usuário que já passou por uma página específica para poder impactá-lo novamente. Entretanto, na nossa campanha de topo de funil, vamos tentar definir quais são os interesses ou hábitos dos usuários a que estamos querendo apresentar o nosso Display. No caso de um curso de guitarra, selecionaríamos as categorias: Mídia e entretenimento e Amantes de Música. Criando essa campanha de topo de funil, começamos a ter tráfego para o nosso site! 2. Reconhecimento do Problema O segundo passo seria o Reconhecimento do Problema. A ideia nesse ponto é: basicamente, queremos mostrar para o usuário que, apesar do contato inicial dele com nosso tema, existe um assunto mais complexo e mais avançado. Assim, se ele tiver mais interesse, ele precisa se aprofundar um pouco mais. Aqui, novamente, podemos trabalhar tanto campanha de rede de pesquisa – que seria o padrão. Assim, portanto, se ele pesquisar por “Escolas Musicais” e nosso anúncio aparecer no resultado de pesquisa, é interessante que já estaremos trabalhando um usuário que já nos conheceu e está caminhando ao longo do funil. Sendo que também podemos trabalhar uma campanha de rede de Display, impactando tanto o público frio, quanto o público interessado – aqueles usuários que já sabemos que passaram pela nossa página. Então
Público-alvo e persona: Qual devo utilizar?
23 de setembro | 2019 | DICAS E NOTÍCIAS
As vantagens do Marketing Digital para empresas são inúmeras e ele está se tornando cada vez mais imprescindível. Acima de tudo, para que as estratégias funcionem da forma correta uma etapa muito importante é conhecer e estudar as pessoas para quem você quer vender o seu produto/serviço. Quer acelerar o seu negócio digital e escalar suas vendas? Entre em contato e agende uma avaliação sem compromisso. Clique aqui. Então, se as pessoas se interessam e compram seus produtos ou serviços é bem provável que existam características em comum entre elas. Para isso, é necessária a criação do Público-alvo e Persona do seu negócio. Sabendo esses aspectos você consegue saber também quais são as necessidades dessas pessoas! E conhecendo um pouco mais sobre cada público você poderá segmentar o seu conteúdo. É muito importante segmentar da forma correta, por isso Evite erros na hora de configurar os anúncios! A partir disso, conseguirá estruturar a linguagem, formato do material que irá utilizar e o tipo de abordagem que terá mais impacto nessas pessoas. Com isso, você irá alcançar as pessoas certas no momento certo! Ao contrário do que as pessoas acham, Público-alvo e Persona não são sinônimos. Confira nesse artigo as principais diferenças, quando utilizar cada uma e como construí-los da maneira correta. Índice: Vamos supor que você tem uma marca de cosméticos online! Guarde essa informação. 1. O que é o público-alvo O público-alvo, também conhecido como Target é uma fatia da sociedade. Portanto faz referência a um determinado segmento social que tem propensão a adquirir seu produto/serviço. Para obter o Público-alvo é necessárias pesquisas para encontrar um grupo com características em comum para obter informações como: idade, sexo, poder aquisitivo, profissão, classe social, localização, educação e hábitos de consumo. Vejamos um exemplo de Público-alvo: Já que você vende cosméticos online, o público-alvo é formado por mulheres entre 20 e 50 anos, que ganham entre 2 a 10 salários mínimos, que moram na capital e gostam de cuidar da pele, cabelo e corpo. 2. O que é persona? Já a persona é um pouco diferente. Ela é uma pesquisa um pouco mais profunda e apurada sobre o público que surgiu. Levando em consideração que dentro do público-alvo existem vários perfis diferentes de consumidores, a Persona é um modelo de consumidor, uma pessoa fictícia criada como um cliente ideal da sua marca. Além das informações do público-alvo, a persona traz também informações demográficas, história familiar, motivações, sonhos, metas de vida, hobbies, quais mídias consomem e desafios. Um modelo de persona para sua loja de cosméticos: Laura é uma mulher de 28 anos, tem 1 filho e ganha cerca de 4 salários mínimos. Ela mora em um bairro de classe média. Sua maior preocupação é sua pele no futuro. Portanto procura produtos de uma marca boa para cuidar da sua pele e ao mesmo tempo manter uma boa aparência! Aos finais de semana costuma ir com seu filho no clube e passam o dia todo na piscina. Costuma passar um bom tempo no Instagram, onde posta foto do seu dia a dia e também dos pratos que come, já que tem uma vida regrada e saudável. Ela está feliz com a vida que tem pois sempre sonhou em ter uma família e ser financeiramente estruturada. Ela pensa muito no futuro e almeja ser gerente da empresa de marketing em que trabalha. Definida a persona, você já pode passar para o próximo passo: estruturar a Jornada de Compra dessa persona. Assim, a criação de estratégias de marketing assertivas é necessária. Com a persona, você conseguirá estruturá-las por completo: saber que abordagem ter, quais palavras usar e onde se posicionar para atingi-la na hora certa 3. Benefícios do público-alvo Um dos principais benefícios de utilizar o público-alvo para sua marca é a possibilidade de identificar e destacar os públicos distintos. Normalmente uma marca tem diferentes grupos que usufruem de seus produtos. E determinando o público-alvo é possível saber quais nichos sua estratégia deve levar em consideração para atingi-lo da maneira correta. Além disso também é possível saber se todas as pessoas serão atendidos ou se é necessário focar em um tipo de consumidor específico. 4. Benefícios da Persona Quando uma persona é criada, o trabalho fica um pouco mais específico e os benefícios se modificam um pouco do público-alvo. Com essa pesquisa mais apurada, é possível construir uma base mais próxima da realidade, auxiliando ainda mais na estratégia de Marketing. Dessa forma a equipe não irá desperdiçar material e tempo com algo que não tem ligação com as personas. Assim você conseguirá alinhar a estratégia e ter uma ideia mais clara de quais redes sociais investir, o tipo de conteúdo que essas pessoas consomem, e como abordá-las. Certamente a persona também pode ser aplicada em todas as etapas de vendas e de marketing! Ela auxilia em todas elas, inclusive na criação de um novo produto/serviço. 5. Qual devo utilizar, Público-alvo ou Persona? Se você pretende fazer uma pesquisa de mercado, o público-alvo permite uma captação mais ampla de dados. Por outro lado, se deseja criar estratégias de Marketing Digital o direcionamento que a persona permite é mais interessante e pode oferecer um resultado melhor. Mas, os dois conceitos não precisam ser classificados como melhor ou pior que o outro. Com o desenvolvimento e definição da persona, os profissionais passaram a desacreditar no público-alvo. Porém isso é um equívoco pois os dois conceitos podem ser complementares! Dessa forma, o público-alvo pode ser o primeiro passo, auxiliando a ter uma visão macro do negócio e também na hora de definir ações que precisarão atingir uma fatia maior da sociedade. Assim, a mensagem que você quer passar pode ser mais abrangente e estará mais no topo do funil de vendas. Ele serve como base para o alinhamento da campanha de Marketing. Confira como o Funil de Vendas funciona! No entanto com a persona, as abordagens que o Marketing Digital terá serão personalizadas e direcionadas para o contexto que aquela “pessoa” está inserida. Em suma, os dois possuem
Funil de vendas Facebook Ads: Como construir um completo!
17 de setembro | 2019 | DICAS E NOTÍCIAS
Confira sobre como criar campanhas para impactar públicos. Venha aprender como construir um funil de vendas completo com a ferramenta do Facebook Ads! Já vimos as principais diferenças entre anunciar no Google e no Facebook – e como cada uma das plataformas atua dentro do funil de decisão do usuário. Aprendemos como construir um funil de vendas usando somente o Google Ads. Agora, vamos construir um funil de vendas do Facebook Ads – usando somente estratégias de campanha do Facebook Ads. Sendo assim, lembramos que, quando falamos em Facebook Ads, inclui também anúncios do Instagram. Já que a ferramenta utilizada para ambas as plataformas é a mesma e é o gerenciador de anúncios do Facebook. Quer acelerar o seu negócio digital e escalar suas vendas? Entre em contato e agende uma avaliação sem compromisso. Clique aqui. Como já vimos, o Facebook é uma plataforma muito interessante para trabalharmos o topo do funil. Enquanto isso, o Google é uma plataforma interessante para trabalharmos o fundo do funil. Isso porque no Facebook impactamos os usuários de forma mais ativa. Assim, mostramos pra eles uma oferta/um serviço enquanto eles estão navegando no Facebook. Já no Google, o usuário acessa e faz uma pesquisa direta por algo que ele já demonstra interesse. Então, no fundo do funil, estamos impactando usuários que já estão procurando ativamente por algo. Como fazer, então, para trabalhar todas as etapas do funil, usando só campanhas do Facebook Ads? Ou seja, como construir um funil completo de Facebook Ads? Índice: Facebook Ads – Funil O grande segredo aqui está na segmentação de público. A gente precisa encontrar o público correto que já está demonstrando interesse no que eu estamos oferecendo para poder, então, impactá-lo no fundo do funil. E, a partir disso, conseguir transformá-lo numa conversão, num cliente. Porque, imagine o seguinte: vamos vender um curso sobre como treinar o seu cachorro de grande porte. É um curso bem específico e com certeza existem pessoas interessadas nele. Mas como vou encontrá-las? Assim, podemos criar uma campanha no Facebook segmentada para todo o Brasil, impactando todo mundo. Com certeza vamos impactar também as pessoas que já estão com as necessidade de compra e vamos conseguir fazer as nossas vendas. Mas, com certeza, isso não vai ser rentável. Isso porque para impactar um público extremamente amplo, o investimento necessário é gigantesco. Então, precisamos encontrar esse público mais específico de alguma forma. É nesse ponto que entram as campanhas da etapa do funil. Em que, além de segmentar o público, nós trabalhamos o engajamento do usuário. Isso para que ele possa tomar a decisão de compra pelo seu produto e não pelo produto de uma outra pessoa. Em cada etapa, vamos trabalhar campanhas com objetivos diferentes para conseguir segmentar o público de uma forma um pouco mais barata. Para depois que o público estiver segmentado, podermos impactá-lo com a oferta final. Objetivos de Campanha Ainda que tenham diversas opções de objetivos de campanha, é importante que você entenda como funciona cada um desses objetivos para poder construir uma estratégia de funil de Facebook Ads de sucesso. Vejamos, então, como criar cada campanha com cada objetivo. Assim como qual a comunicação a ser utilizada em cada etapa. Isso para que você entenda, exatamente, como funciona essa linha de funil. O exemplo que daremos a seguir é uma estratégia que nós já utilizamos na Flyon para aquisição de clientes e que funciona! Depois de você entender essa estratégia, você começará a notar, sempre que você estiver em um funil de vendas de algum anunciante. E isso é normal! Mas, então, por que o funil de vendas funciona mesmo com quem já sabe que está fazendo parte de um funil? Porque a ideia é que a gente entregue um conteúdo de valor – algo que realmente possa ajudar a pessoa – tanto para criar uma conexão com usuário, quanto para auxiliá-lo na decisão de compra. Então, ao longo do funil, a pessoa que está fazendo um funil bem feito, está entregando algo de valor. Desse modo, faz com que o usuário chegue ao final do funil e realmente tome a decisão de compra por ele. Isso porque o usuário confia na solução que esse anunciante está oferecendo. Então, quando você for construir o seu funil, entregue algo de valor e tenha a certeza de que você está realmente auxiliando o seu público, antes mesmo da venda. Isso para que você tenha sucesso quando chegar no momento da decisão de compra. Aprendizado e Descoberta A primeira etapa de um funil de vendas do Facebook Ads é a de Aprendizado e Descoberta. Nesta etapa, um objetivo muito interessante é o de visualização de vídeo. Existem diversas formas de montar uma estratégia de funil. Então, vamos mostrar exemplos em cada objetivo e etapa. Mas você pode realizar testes com objetivos diferentes, de acordo com a sua comunicação com o seu público. Desse modo, o que queremos com essa campanha de objetivo de visualização de vídeo? Eu quero criar um novo público para poder entender dentre as pessoas que estou impactado – em um público amplo e frio -, quem está demonstrando interesse e está assistindo mais do que 75% do meu vídeo, por exemplo. Então, eu conseguimos configurar criar um público, segmentá-lo e, depois, impactá-lo com uma próxima campanha. Criando a campanha Assim, ao criar a minha campanha, escolho o meu objetivo – que, neste caso, é o de visualização de vídeo. A seguir, dou o nome à minha campanha, juntamente com o nome do meu funil. Passando para a criação do conjunto de anúncios, ou definir o público que eu quero impactar com essa campanha. Por isso, é essencial entender seu público e conhecer os interesses dele para poder criar a sua campanha de topo de funil da melhor forma possível. Desse modo, exige um estudo para você testar diferentes públicos e diferentes interesses para entender qual público está lhe trazendo um melhor resultado. E, portanto, assim como o público exige um estudo, o vídeo que ou
Impulsionar um Post ou Criar Anúncios no Facebook: Qual a Diferença?
4 de setembro | 2019 | DICAS E NOTÍCIAS
Impulsionar um post ou criar anúncios no Facebook? Quer saber qual a melhor opção para o seu negócio nesse momento? Saiba como isso influencia você! Qual a diferença entre impulsionar um post ou criar anúncios no Facebook? Vejamos aqui quais as principais diferenças! Tais como alcance, orçamento, segmentações disponíveis, entre outras coisas que vão te ajudar a decidir qual a melhor estratégia para o seu negócio. Índice: Quem pode anunciar no Facebook? Post Orgânico vs Post Patrocinado Como identificar um Post Patrocinado? Qual a diferença entre Impulsionar um Post e Criar Anúncios? Quem pode anunciar no Facebook? Para anunciar no Facebook, não é necessário nada além de uma fanpage. Ou seja, uma página para o seu negócio ou até uma página pessoal. Mas que seja criada como uma fanpage. Feito isso, você já está apto a criar posts e poder impulsionar, ou criar uma campanha de anúncios específicas dentro do gerenciador. Post Orgânico vs Post Patrocinado Dito isso, outros conceitos essenciais que você aprenda são: o que é post orgânico, o que é post patrocinado? E qual a diferença entre eles? Post Orgânico É um post comum que não necessita de investimento. Por isso, ele tem alcance limitado. Post Patrocinado É um tipo de post em que você precisa investir. Por isso, precisa de segmentação para um maior alcance e de melhor qualidade. A diferença Sendo assim, a diferença entre os dois é que, enquanto você precisa investir no Post Patrocinado para alcançar um público um pouco maior. No Post Orgânico, você não precisa de investimento. Em contrapartida, no Post Orgânico, seu alcance será mais limitado e você só vai impactar as pessoas que já interagiram com a sua página. Um detalhe interessante é que em 2018 o Facebook anunciou que realmente está diminuindo o alcance de posts orgânicos de páginas de empresas. Isso para poder aumentar o número de posts de amigos e familiares que vemos no feed de notícias. Consequentemente, é preciso que a empresa invista em Posts Patrocinados para poder, então, impactar e ter um alcance um pouco maior com a publicação. Como identificar um Post Patrocinado? Isso é bem simples! Todo Post Patrocinado, logo abaixo da página que está veiculando, vai ter escrito “Patrocinado”. Então fica bem claro quando alguns posts que você está visualizando são orgânicos, enquanto quais outros são patrocinados. Outro detalhe de um Post Patrocinado é o botão que tem na publicação – a chamada para ação. Nele você pode definir dentre algumas opções disponíveis quando se está criando o anúncio ou impulsionando. Esses botões servem para dizer para o Facebook se você quer jogar o usuário para sua página, para o seu site ou se você quer que ele assista um vídeo e, enfim… São muitas opções! Qual a diferença entre Impulsionar um Post e Criar Anúncios? Por fim, qual a diferença, então, entre impulsionar um post e criar o anúncio pela ferramenta? Para se impulsionar um post, uma grande vantagem é que é muito mais ágil e prático. Enquanto que criar um anúncio pela ferramenta do Facebook acaba sendo um pouco mais complexo e leva um pouco mais de tempo. Como Impulsionar um Post no Facebook? Ao criar qualquer post em sua página no Facebook, você verá – como administrador da página – que, ao visualizar seu post, terá um botão escrito “Impulsionar Publicação”. Ao clicar nesse botão, você definirá um orçamento que você quer utilizar para veicular esse anúncio. Assim como, você poderá definir o público que você quer impactar, entre outras opções! Entretanto, se você entrar no gerenciador de anúncios do Facebook, você poderá notar que existem algumas vantagens para quem quer começar a anunciar de uma forma um pouco mais avançada. Como Criar um Anúncio no Facebook? Entrando na ferramenta do gerenciador de anúncios do Facebook, você verá um botão de “Criar”. Ao clicar em criar campanha, você poderá notar que é possível escolher um objetivo de marketing. Ao contrário de quando você impulsiona uma publicação, que o Facebook vai tentar veicular para pessoas com maior propensão de interagir com a sua publicação, na criação de um anúncio, você poderá definir que o seu objetivo, por exemplo, é o tráfego para o seu site. Portanto, aqui você tem um controle maior de dizer para o Facebook qual é realmente o seu objetivo. O que não, necessariamente, é que as pessoas interajam com a sua publicação. Dessa forma, outra diferença importante é que no gerenciador de anúncios, é possível que você crie diferentes combinações de imagens e textos para impactar o seu público-alvo. Assim, poder definir qual é a publicação que seu público reage melhor ou que você tem os melhores resultados. Sendo diferente de quando você impulsiona uma publicação, em que você só tem uma publicação para usar uma combinação. Não podendo realizar testes de texto e imagem. Veja como criar imagens que convertem nas redes sociais! Então, é melhor impulsionar um post ou criar anúncios no Facebook? Se você prefere a agilidade e quer mais engajamento do usuário na sua página, pode ser que impulsionar seu post seja uma saída viável e interessante para você! Mas se você tem diferentes objetivos e quer montar uma estratégia de marketing um pouco mais avançada, recomendamos que você vá para o gerenciador de anúncios e crie suas campanhas por lá! Veja o nosso vídeo para compreender o passo a passo sobre Impulsionar um Post ou Criar um Anúncios no Facebook! Ficou com alguma dúvida ou quer mais dicas sobre Marketing Digital? Entre em contato conosco!
6 Estratégias Para Marketing de Afiliados
28 de agosto | 2019 | DICAS E NOTÍCIAS
O foco deste artigo é mostrar diversas estratégias para marketing de afiliados, mostrando assim inúmeros meios de divulgação possível. Índice: Marketing de Conteúdo E-mail Marketing SEO Google Adwords Facebook Ads Taboola Ads Porém, a ideia não é esgotar todas as possibilidades, tendo em vista que o mundo digital é infinito e está em constante mudança. Logicamente, para realizar as vendas, é necessário levar o usuário para a página de vendas, gerando assim o que chamamos de tráfego. Este tráfego pode vir de maneira orgânica – sem se pagar nada por isso – ou de maneira paga, na qual você investe em anúncios Sendo assim, as estratégias para marketing de afiliados se dividem em duas categorias: estratégias orgânicas e estratégias pagas Estratégias Orgânicas Apesar de não haver investimento financeiro, aqui há o investimento de tempo e investimento intelectual. Porém, no tráfego orgânico, diferentemente do pago, os resultados levam mais tempo para serem alcançados, mas são mais duradouros Agora vamos listar algumas opções de estratégias orgânicas disponíveis Marketing de Conteúdo É uma maneira de crescer sua rede de clientes, criando conteúdos relevantes, gerando valor para os mesmos. Hoje em dia, o público tem muito mais poder para escolher o que assistir, ler, ouvir e etc. Então é necessário que você defina seu público e crie conteúdos realmente relevantes para sua persona. Lembrando que quanto mais sua audiência se identificar com o seu conteúdo, mais impactada ela será. Com um conteúdo que gere valor para o usuário, ele passa te enxergar de maneira positiva, facilitando na hora de se fazer uma oferta para o mesmo. Com isso você ativa o gatilho mental da reciprocidade. Ou seja, a pessoa sente vontade de te retribuir o que você fez de bom para ela. Se quiser saber mais sobre este e outros gatilhos mentais, clique aqui. O marketing de conteúdo pode ser feito em vários tipos de canais digitais. Você pode ter um canal de Youtube e fazer vídeos relacionados a um determinado nicho, gerando valor para sua audiência e, posteriormente fazer uma oferta. Pode ser feito também através de postagens em redes sociais como: Facebook, Instagram, Twitter e etc. Além de poder se feito em blogs ou emails. De acordo com o DemandMetric, o marketing de conteúdo é 62% mais barato e é capaz de gerar o triplo de leads. Sendo assim, uma estratégia muito interessante para ser usado no marketing de afiliados. E-mail Marketing Ajuda a você construir e cultivar relacionamento com seu público, o deixando sempre a par de ofertas e novidades. Você pode incluir sua audiência em listas de emails específicas, fazendo assim uma sequência de emails específica para cada lista. Assim é possível ir se relacionando com o público, trazendo sempre novidades, informações e conteúdos interessantes de acordo com cada perfil de lista. Dessa maneira dá para direcionar cada perfil de cliente para uma oferta que esteja mais alinhada com seus interesses e necessidades. Deixando a pessoa mais confiante que aquele produto é bom e irá suprir a sua necessidade, facilitando o ato de compra. Contudo é necessário lembrar que o jeito mais fácil de se conseguir listas de emails é com estratégias pagas. O bom do email marketing, é que você pode usar alguns programas de automação, economizando muito tempo! SEO Basicamente se consiste na otimização dos mecanismos de buscas, tornando assim seu site mais fácil de ser encontrado pelo Google. Ou seja, seu site fica mais bem posicionado na rede de pesquisa do Google. Lembrando que 90% das pessoas que fazem busca no Google só clicam em páginas posicionadas na primeira página, esta é uma estratégia importantíssima. Para organizar bem esta estratégia, é necessário uma série de otimizações em sua página. Esta é uma estratégia que requer muito tempo e disciplina, porém os resultados alcançados persistem por muito tempo. Estratégias Pagas Aqui, além do investimento de tempo e intelectual, também há o investimento financeiro. Este tipo de geração de tráfego se baseia na criação de anúncios e divulgação dos mesmos em plataformas digitais. No tráfego pago, os resultados são mais rápidos e necessitam de otimizações constantes para não serem perdidos. Google Adwords Esta é a maior e mais famosa ferramenta de links patrocinados da internet, além de ser o maior mecanismo de busca. Majoritariamente, os anúncios aparecem na rede de pesquisa, relacionados as palavras chave usadas. Porém, além da rede de pesquisa, existem outros formatos de anúncios possíveis no Google. Vamos falar um pouco sobre os principais, se tiver interesse em saber mais sobre a plataforma, baixe nosso ebook 1) REDE DE PESQUISA É formada pelos resultados de busca do Google e de sites parceiros. Os anúncios aparecem em áreas de destaque nos resultados de busca. Sendo geralmente as 4 primeiras posições. Porém, para palavras chave mais concorridas, podem haver outros posicionamentos possíveis. A grande vantagem de se anunciar na rede de pesquisa é que tem uma maior probabilidade do seu anúncio atingir pessoas realmente interessadas. Otimizando seus gastos. Isso se deve, pois na rede de pesquisa você atinge quem está no fundo de funil de vendas. Ou seja, são pessoas que provavelmente estão digitando o nome do seu produto na rede de pesquisa. 2) REDE DE DISPLAY É composta por inúmeros sites parceiros do Google, que vendem espaços em suas páginas para anúncios que, em sua maioria, são gráficos. Na rede de display, diferentemente da rede de pesquisa, você pode alcançar uma gama de usuários bem maior. Por isso é importante segmentar os sites que estejam relacionados a sua oferta. A rede de display é muito utilizada para campanhas de branding, que são campanhas para tornar determinada marca ou produto mais conhecido. Como afiliado esta estratégia se torna mais viável quando se tem uma proximidade grande com o produtor, para se ter ideia de persona e etc. Importante frisar que o custo de se anunciar na rede de display geralmente é menor do que na rede de pesquisa. 3) YOUTUBE ADS É uma ferramenta que está dentro do Google Adwords. Hoje o Youtube só perde para o
Copywriting: Transforme Palavras Em Vendas
20 de agosto | 2019 | DICAS E NOTÍCIAS
Hoje vamos falar sobre o que é copywriting, além da sua importância como um dos pilares para uma boa estratégia de vendas. Primeiramente, copywriting, dentro do marketing digital, são técnicas de escrita persuasiva que tem como objetivo levar o seu cliente, ou potenciais clientes, a tomar uma ação de conversão (seja o clique em certo conteúdo, cadastro de e-mail, compra etc.). Pode ser feito através de carta de vendas, página de captura (ou de vendas) e até mesmo um vídeo. A mídia e material a ser utilizado não importa tanto, mas sim a técnica de escrita que será aplicada. É uma técnica muito poderosa, que se utiliza de princípios de programação neurolinguística e gatilhos mentais. Assim, existe toda uma psicologia por trás do copywriting. Logo, ela deve ser utilizada de maneira ética. Ao dominar o copywriting, você será capaz de persuadir as pessoas a engajarem com seu produto/serviço, quebrar as possíveis objeções existentes e, além disso, deixar claro do porquê o que você está ofertando é a solução ideal e necessária. Palavras que convertem Você será capaz de: Produzir conteúdos mais relevantes e interessantes; Escrever e-mails que são lidos até o final; Melhorar a comunicação com sua audiência de uma forma geral; Além de realizar vendas de uma forma mais efetiva. Mas é necessário compreender que pessoas, no geral, não gostam de se sentirem pressionadas para comprar algo. Todos nós compramos, na grande maioria dos casos, por motivos emocionais e não racionais. Mas, após uma compra, é necessário que o cliente esteja satisfeito com o produto/serviço adquirido. Assim, para uma copy converter, ela precisa dialogar de forma natural e espontânea com o cliente. Isso além de oferecer a solução (do seu produto/serviço) de uma maneira que o cliente sinta que a decisão final partiu completamente dele. Todavia, não ache que o trabalho de um profissional em copywriting se resume apenas a escrever textos persuasivos. Pois é de vital importância para o sucesso dessa técnica, saber a fundo sobre tudo que envolve seu produto/serviço. O profissional em copywriting deve, antes de tudo, montar uma base concreta sobre seu produto e sua audiência. Assim, você poderá facilmente aumentar suas vendas. Confira Aqui Dicas de Como Aumentar Suas Vendas. A seguir, mostrarei o passo-a-passo para montar de maneira eficaz uma estrutura de copywriting. Índice: Conhecendo seu público-alvo Capturar o interesse do leitor Identificando a dor da sua audiência O seu produto como a solução A proposta única de valor (PUV) Call-to-action BÔNUS: Dicas de boas práticas em copywriting 1. Conhecendo seu público-alvo Essa é a primeira etapa de qualquer processo de copywriting. Trata-se de uma etapa que precede a redação do seu conteúdo. Assim é necessário ter definido da forma mais clara possível quem é seu público-alvo. Suas dores, seus conflitos, seus desejos e sonhos. Esse processo se dá, basicamente, montando um personagem. Ele será tratado como o cliente ideal para o produto/serviço que você está ofertando. A formação desse personagem será feita através da coleta e análise de dados da sua base de clientes reais. Qual a faixa etária, sexo, interesses, nível de escolaridade, ocupação profissional, renda, hobbies, entre outros. Ao condensar todas essas informações, você estará pronto para começar a redigir o conteúdo. Pois ao conhecer profundamente seu público, você saberá qual a melhor abordagem e o melhor estilo para se dirigir a ele e a realidade na qual ele, de fato, está inserido. 2. Capturar o interesse do leitor Você precisa de um título (headline) que chame a atenção de quem está lendo. Isso pode ser feito através de alguma curiosidade sobre seu mercado, por exemplo, com o objetivo de surpreender o leitor e estimulá-lo a continuar lendo o resto da sua copy. Após, é necessário você validar sua headline. Aqui, você consegue se justificar através do gatilho mental da autoridade, por exemplo. Assim, a sua meta no decorrer do texto, é apresentar de forma clara e direta seu produto/serviço. 3. Identificando a dor da sua audiência Nesse ponto, você já deve estar totalmente a par das dores e problemas da sua audiência. Assim, o seu potencial cliente começa a entender que você sabe exatamente o que ele necessita. Uma copy que converte, é capaz de criar uma conexão praticamente instantânea com o leitor, pois ela ataca de forma direta a dor ou problema. Assim, o seu potencial cliente se enxerga em tudo aquilo que você está relatando. Aqui você deve mostrar conhecimento sobre o problema explorado e, também, começar a revelar a solução (o seu produto/serviço). 4. O seu produto como a solução O título já diz, basicamente, tudo. Traga seu produto como a solução para a dor enfrentada pela audiência. Apresente o seu produto/serviço, o que ele resolve e para quem ele funciona. Mas, muito importante ressaltar que nessa etapa, como nas outras é claro, você deve utilizar de forma correta e prudente gatilhos mentais, à fim de quebrar qualquer objeção que o leitor possa ter. 5. A proposta única de valor (PUV) É o que diferencia seu produto dos concorrentes, o que o torno único. A proposta única de valor se dá através de uma pequena frase ou descrição, que deve mostrar de forma eficaz e direta o que seu produto oferece. Através da PUV, você convence o seu potencial cliente a comprar de você e não de algum outro concorrente. Pois, além de solucionar a dor da sua audiência, você também oferece algo único para ela. Mas atenção, a proposta única de valor não é um slogan ou uma explicação detalhada do seu produto/serviço. Ela é uma maneira para auxiliar a convencer seus potenciais clientes a comprar de você. Trata-se de um breve argumento de como seu produto/serviço se diferencia dos demais concorrentes. Um texto para deixar claro o que você está oferecendo e o seu diferencial. 6. Call-to-action O momento de finalizar sua copy. Você já mostrou estar por dentro da dor da sua audiência e já conseguiu engajamento. Mostrou os benefícios e soluções que seu produto/serviço traz, além da sua proposta única de